Psicoterapia para Mulheres por Isabella Franzoni

Enviado em 20 de jan de 2026, sob Mulheres

Psicoterapia para Mulheres 

Psicoterapia para Mulheres Balneário Camboriú Psicanalista

 

Esta é uma abordagem psicoterapêutica criada especificamente para tratar e apoiar diversas situações do universo feminino, como:

•  Término de relacionamento (namoro ou divórcio)
•  Saída de relacionamento tóxico ou abusivo
•  Elevação e fortalecimento da autoestima e imagem pessoal (melhor aceitação de si e da sua estética)
•  Lidar com mais leveza com as inseguranças ou medos relacionados a idade ou envelhecimento (chegada da menopausa, por exemplo)
•  Traumas de relacionamento (como abuso físico ou psicológico) ou situações constrangedoras
•  Melhora de relacionamentos com família, filhos, conjugal, amizade e social
•  Auxílio ao tratamento de transtornos de ansiedade, depressão e compulsão alimentar
•  Maior realização de vida, bem-estar e saúde integral

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As sessões podem ser realizadas presencialmente em Balneário Camboriú ou Online.

Dúvidas e maiores informações sobre condições diferenciadas e valores, entre em contato pelo WhatsApp – 47 9 8441 7817

 

Com carinho e à disposição,

Isabella Franzoni

Psicanalista – Balneário Camboriú e Online

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Isabella Franzoni 

–  Saúde mental e emocional Integrativa  –

 

 

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Como funciona o meu trabalho como Psicanalista

Enviado em 12 de set de 2024, sob Atendimento

Olá, meu nome é Isabella Franzoni, atuo em consultório de Psicanálise há 12 anos, e há mais de 20 anos venho estudando e pesquisando temas relacionados ao Autoconhecimento, Saúde mental, e transtornos como Ansiedade generalizada, Depressão, Compulsão Alimentar e Qualidade de vida no geral.

Percebo como o Ato da fala livre, juntamente com uma escuta preparada, seguido de orientação pontual e empática pode gerar muitos benefícios para a saúde mental, integral, felicidade e realizações de vida.

Os assuntos que nos provocam inquietação, medos e angústias, podem todos ser tratados aqui, através de uma consulta baseada em conversa profissional.

Dentre eles:

• Transtornos alimentares, compulsão, angústias relacionadas ao corpo, baixa autoestima, inseguranças com o ato de comer ou relacionados à alimentação, dificuldade de emagrecimento ou de manter-se com um corpo saudável e em que se sinta bem a longo prazo. 

• Dificuldade de Relacionamentos – Conjugal, casal, afetivo, familiar, social, amizade ou profissional. 

• Transtornos de ansiedade – Ansiedade generalizada, preocupações excessivas, estresse, síndrome de burnout.

Disfunções sexuais – Se você tem desejo de desenvolver uma sexualidade mais safisfatória, nesse atendimento podemos desenvolver formas saudáveis de você ter mais realização nessa área da sua vida.  Esse atendimento auxilia ao tratamento de disfunções sexuais femininas e masculinas como, baixa libido, disfunção erétil, ejaculação precoce, tabus e vergonha com o corpo, anorgasmia, vaginismo, entre outras, através de uma fala livre, acolhedora e respeitosa.

Depressão, falta de ânimo, falta de prazer nas atividades do cotidiano, sentido na vida ou tristeza persistente, que esteja gerando prejuízos para sua vida.

“Psicanalista com mais de 12 anos de experiência em ajudar pessoas a melhorar sua saúde mental. Ofereço Sessões Psicanalíticas de apoio ao tratamento da depressão, ansiedade, dificuldades de relacionamentos e transtornos alimentares como compulsão alimentar, bulimia e dismorfia corporal. Através da psicanálise, auxilio no entendimento profundo de suas emoções, ajudando você a alcançar maior bem-estar e qualidade de vida.”

 

Os encontros são semanais com duração de aproximadamente 50 minutos, com dia e horário previamente agendados.

Para maiores informações e agendamento da sessão, entre em contato
pelo Whatsapp 47 9 8441 7817 ou e-mail isabellafranzonipsi@hotmail.com 

 

Isabella Franzoni – Psicanalista

Saúde Mental Integrativa e Autoconhecimento

Ansiedade, Depressão, Dificuldade de Relacionamentos, Transtornos alimentares e Sexualidade

Atendimento psicanalítico individual, online ou presencial em Balneário Camboriú.

Agende sua sessão e dê o primeiro passo para uma vida mais feliz e realizada!

Isabella Franzoni Psicanalista em Balneário Camboriú

 

Isabella Franzoni Psicanalista Balneário Camboriú

Isabella Franzoni – Psicanalista

 

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Como a Psicoterapia pode te ajudar a tratar a compulsão alimentar e outros transtornos alimentares

Enviado em 20 de jan de 2022, sob Atendimento, Compulsão alimentar

A compulsão alimentar tem várias vertentes, saiba mais abaixo como entender melhor esse processo de tratamento da compulsão alimentar e outros transtornos alimentares como bulimia e dismorfia corporal.

Por Isabella Franzoni

A compulsão alimentar é um anestesiamento das emoções. Ela é uma forma de não sentir a ansiedade (porque é algo desconfortável). Então, para isso, você precisa saber que é capaz e é possível lidar com a ansiedade.

É desconfortável sim, é angustiante em alguns momentos, mas quando você aprende a lidar com algo real da sua vida é maravilhoso, isso te empodera e ameniza ou exclui essa sensação tão ruim quanto os episódios de compulsão alimentar.

Por isso, muitas vezes a terapia é tão importante nesse processo de tratamento da compulsão e também de outros transtornos alimentares como bulimia, anorexia, dismorfia corporal e obesidade, porque ela vai observar o que aconteceu quando você teve alguma crise, algum descontrole, e essa situação irá revelar algo que vai te ajudar a se conhecer, e se defender futuramente de outra emoção como essa ou parecida.

Então, logo você lidando com esse sentimento, não irá descontar na comida alguma angústia, ou buscar alívio. Porque esse tipo de “comer” não é prazeroso, é um comer angustiado. E cada vez mais você vai estar mais fortalecido para lidar com as questões que te dão medo, insegurança, inquietação, angústia e outros sentimentos desconfortáveis.

Saiba mais detalhes no vídeo abaixo:

 

Mais informações sobre o Atendimento individual Presencial e Online para Tratamento da Compulsão alimentar e outros Transtornos alimentares como Bulimia, Anorexia e Dismorfia corporal pelo Telefone/Whatsapp 47 98441 7817 ou  isabellafranzonipsi@hotmail.com

Vai ser um prazer lhe atender!

Isabella Franzoni – Psicanalista

Saúde Mental Integrativa e Autoconhecimento

Especialista em Transtornos de ansiedade, Alimentares (Compulsão alimentar), Depressão e Relacionamentos. 

Atendimento psicanalítico individual, online ou presencial em Balneário Camboriú.

Agende sua sessão e dê o primeiro passo para uma vida mais feliz e realizada!

Para maiores informações e agendamento da sessão, entre em contato
pelo Whatsapp 47 9 8441 7817 ou e-mail isabellafranzonipsi@hotmail.com 

 

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Atendimento de Apoio ao Emagrecimento e Transtornos alimentares

Enviado em 20 de set de 2016, sob Atendimento, Compulsão alimentar

Aqui vamos tratar de forma detalhada e aprofundada as principais questões relacionadas à dificuldade de perca de peso e manutenção do peso conquistado, tal como estabelecer uma relação de paz e harmonia com o próprio corpo. 

“Não adiantava perder peso se minha cabeça continuava gorda. O visível (corpo) ficava diferente; o invisível (mente) ficava igual. Até que um dia resolvi mudar. Mexer primeiro no invisível. Eu precisava trabalhar a minha cabeça para querer ser magra e essa força mental seria a base da minha transformação” (Lucília Diniz – Livro: O prazer de viver light)

Direcionado a pessoas com as seguintes dificuldades ou aspirações:

 • Dificuldade de emagrecimento

 • Dificuldade de manter-se no peso conquistado

 • Ansiedade alimentar

 • Obesidade

 • Compulsão alimentar – sente-se controlado pela comida

 • Dificuldade de fazer dieta

 • Obsessão e tristeza com o próprio corpo

 • Descontrole na hora da alimentação

 • Entre outros. Vamos te ajudar a descobrir!

_______________“Eu sei o que tenho que fazer mas não consigo fazer”.

Nessa abordagem vamos tratar as possíveis causas de você não estar “conseguindo” o seu objetivo, baseado em hábitos, crenças internas, auto-estima, medos, angústias, entre outros prováveis que estejam contribuindo para essa dificuldade.

Dúvidas e maiores informações: isabellabovendorp@gmail.com ou fone (47) 8441.7817

Atendimento presencial e por Skype.

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Despersonalização ou Desrealização – Ansiedade | Informações e tratamento

Enviado em 11 de abr de 2016, sob Ansiedade, Depressão

Despersonalização ou desrealização Ansiedade GeneralizadaViemos hoje trazer uma questão comum e muito pouco falado: a Despersonalização ou Desrealização. Um transtorno de ansiedade extremamente prejudicial e apavorante para quem vivencia. E a melhor parte é que: tem cura.

Fique tranquilo.

Busque um bom psicoterapeuta, psicanalista ou psiquiatra para avaliar as reais condições em que a doença se encontra, os estágios e passos para o tratamento. Sim, tem tratamento.

“A despersonalização é um sentimento de não pertencimento, proveniente de um transtorno de ansiedade generalizada. É uma sensação horrível que faz o indivíduo perder a noção da própria vida, dos sentimentos, do valor da vida e da razão pelas quais faz as coisas do dia a dia. A ótima notícia é que tem cura. Você não está enlouquecendo ou perdendo a razão, você só está tomado por uma ansiedade sem limites (misto de depressão e fobia), mas com tratamento psicoterápico e dependendo do caso, inserção de alguma medicação leve e consciente, administrada por um psiquiatra sensível e competente, poderão te curar deste sentimento que tanto faz sofrer.” Isabella Bovendorp

“Sensação de não ter uma vida.”

Sua vida vale muito! Acredite nela e procure ajuda.

Maiores informações pelo telefone ou e-mail.

• 47.8441.7817 ou isabellabovendorp@gmail.com

Dicas de vídeos que podem ajudar a entender o caso:

Video 1 – https://youtu.be/ki6M352e_DI

Video 2 – https://www.youtube.com/watch?v=wQRrkDIPBiw 

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Dicas de  Psiquiatras  – Região Balneário Camboriú, Itajaí:

• Dra. Sheila Ferreira Fernandes – 47. 3247.0100

• Dr. Jorge Rafael Teixeira – 47. 3349.3835

• Dr. Marcel Pansard – 47. 3246.1962

• Marcos Queiroz – @marcospsiquiatra

 

Isabella Franzoni – Psicanalista

Saúde Mental Integrativa e Autoconhecimento

Ansiedade, Depressão, Dificuldade de Relacionamentos, Transtornos alimentares e Sexualidade

Atendimento psicanalítico individual, online ou presencial em Balneário Camboriú.

Agende sua sessão e dê o primeiro passo para uma vida mais feliz e equilibrada!

 


 

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Bruxismo, DTM, ATM – Tratamento e relações emocionais

Enviado em 17 de set de 2015, sob Ansiedade

“Disfunções temporomandibulares (DTM) são um resultado de problemas no maxilar, articulações maxilares e músculos faciais que controlam esse movimento. Outro nome comum para esse problema são disfunções da ATM.

A articulação temporomandibular é aquela que liga o maxilar inferior (mandíbula) ao osso temporal do crânio, localizado à frente das orelhas em cada lado da cabeça. Essa articulação é flexível, permitindo que você mastigue, fale e morda alimentos. Os músculos dessa articulação e aqueles em torno dela não responsáveis por controlar a posição e movimentos do maxilar.

As disfunções temporomandibulares são um grupo de condições que causar dor e afetam o funcionamento desse grupo.” Minha Vida, Saúde

A causa de distúrbios da articulação temporomandibular é desconhecida em muitos casos. Trauma na mandíbula ou conjunta pode desempenhar um papel no desenvolvimento de distúrbios da ATM. Além disso, existem outras condições de saúde que podem contribuir para o desenvolvimento destas patologias. Estes incluem:

  • Artrite na articulação temporomandibular
  • Danos na articulação causados por impacto ou idade
  • Ranger os dentes
  • Problemas estruturais presentes no nascimento.

“A disfunção da ATM está relacionada a hábitos comuns, como o apertamento dentário e o bruxismo (frender ou ranger), morder objetos estranhos, roer unhas, mastigar chicletes, postura da cabeça (para a frente), o de prender o telefone com o queixo ou ainda apresentar fatores relacionados com o estresse, depressão e ansiedade ou eventos traumáticos. DentoFacial

Contato e tratamento:

→ Dr. Felipe Petry da Luz – 47. 3344.1033  |  Itajaí – SC

→ Dr. Casimiro Manoel Martins Filho – 48. 3333.5670  |  Florianópolis – SC

Odontologia especializada, Tratamento DTM – Disfunção Temporomandibular

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Pele e Psiquismo

Enviado em 21 de out de 2014, sob Ansiedade

Como o estado emocional pode afetar a pele

Hoje em dia, não há mais como negar a interação entre o corpo e a mente. O estado emocional é capaz de desencadear diversas manifestações orgânicas e, até mesmo, doenças.
Muitas vezes, diante de uma situação de forte estímulo emocional ou do estresse do dia a dia, mecanismos biológicos descarregam a tensão no corpo, que se manifesta em um órgão, que varia de acordo com uma tendência pessoal. Quando o órgão atingido é a pele, algumas doenças podem ser desencadeadas ou agravadas, entre elas: psoríase, disidrose, vitiligo, dermatite seborréica, dermatite atópica, lúpus e acne.

“Caso o tratamento via remédios e outras ações medicamentosas não esteja surtindo efeito ou resultados duradouros, a psicoterapia pode contribuir muito e oferecer possibilidades de cura mais eficazes. Atrelando medicamento (com acompanhamento de um médico dermatologista) junto às sessões de psicanálise é possível um bom resultado e uma melhor qualidade de vida. Já que a análise busca investigar quais as causas das tensões estarem sendo descarregadas no corpo” – explica Isabella Bovendorp, Psicanalista

Entenda melhor como funciona a interação entre a mente e a pele.

Dermatoses relacionadas ao transtorno obsessivo-compulsivo

Todas as pessoas sofrem de ansiedade em alguns momentos. Algumas estão ansiosas o tempo todo, porque se condicionaram a reagir ansiosamente aos fatos da vida, mesmo os mais comuns.

Para dar vazão à ansiedade e manter-se com algum equilíbrio, cada um desenvolve um tipo de mecanismo. Pode ser roer as unhas, lamber ou morder os lábios, esfregar as mãos, passar a mão nos cabelos, arrumar os óculos, coçar determinada área da pele.

Esses são recursos simples e alguns deles são transitórios. Muitas crianças roem as unhas em determinada fase e isso desaparece naturalmente depois.

Outros recursos são superados, quando começam a incomodar ou quando a pessoa se dá conta deles e decide cancelá-los, o que consegue fazer com algum esforço e determinação, algumas vezes substituindo-o por outro, menos incômodo ou que cause menos prejuízo à estética ou ao organismo.

(continue reading…)

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Saúde mental, mitos e preconceitos – Depressão

Enviado em 14 de maio de 2014, sob Depressão, Psicanálise

“Os mitos em relação aos problemas de Saúde Mental são responsáveis por enorme medo e vergonha e isso contribui para que muitas pessoas que necessitam de ajuda, não busquem tratamento por falta de conhecimento […] Já existem diversos tratamentos eficientes  para muitos problemas mentais (ansiedade, depressão, medos patológicos, pânico, fobias). Porém, as pessoas frequentemente não procuram tratamento por não saberem reconhecer o problema ou por ainda não saberem que existem tratamentos adequados para os diferentes problemas.”

O Dia Mundial da Saúde (07 de abril) é um evento anual da O.M.S. A cada ano um novo lema é selecionado para realçar questões de saúde pública de interesse mundial. O dia mundial da saúde em 2001 foi dedicado a atividades de promoção da conscientização dos problemas de saúde mental. O objetivo principal foi provocar impacto na opinião pública e estimular o debate sobre como melhorar as condições atuais de saúde mental no mundo todo e diminuir a discriminação em relação ao doente mental.

Verdades e Mentiras sobre Doenças Mentais:

As doenças mentais são somente fruto da imaginação? Não. São doenças verdadeiras que causam muito sofrimento, podendo inclusive levar o doente à morte.

As doenças mentais são pura “frescura”, fraqueza de caráter, “doença de rico”? Não. As doenças mentais são causadas por fatores biológicos, psicológicos e sociais, e atingem todas as classes com a mesma intensidade.

Pessoas com doenças mentais são perigosas e devem ser excluídas da família, da comunidade e da sociedade? Não. Pessoas com problemas de Saúde Mental não representam perigo para a família, comunidade ou sociedade. Por esse motivo, devem ser tratadas adequadamente e inseridas na comunidade, sem medo ou exclusão. Assim, poderão levar uma vida normal, feliz e produtiva, como todo mundo.

Já existe tratamento e cura para doenças mentais? Sim. Já existem tratamentos efetivos e sem sofrimento, ao alcance de todos.

“Os estigmas são rótulos negativos usados para identificar pessoas que sofrem de doenças mentais e são barreiras que impedem os indivíduos e suas famílias de buscar ajuda.”

Você sabe o que é loucura?

Loucura é preconceito, é humilhar e excluir pessoas que sofrem de doença mental. Os mitos em relação aos problemas de Saúde Mental são responsáveis por enorme medo e vergonha e com isso contribuem para que muitas pessoas que necessitam de ajuda, não busquem tratamento por falta de conhecimento.

Atualmente, cerca de 400 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de perturbações mentais ou neurológicas, ou de problemas psicossociais, como o uso abusivo de álcool e drogas. A grande maioria sofre silenciosamente com sua doença, e também com a exclusão social que a doença provoca. A exclusão é resultado dos estigmas e preconceitos contra a doença mental.

Os estigmas são rótulos negativos usados para identificar pessoas que sofrem de doenças mentais e são barreiras que impedem os indivíduos e suas famílias de buscar ajuda, pelo medo de serem excluídos. É isso o que mais contribui para os baixos índices de busca por tratamentos adequados. Todo mundo está vulnerável a sofrer de problemas mentais, que são diagnosticáveis, tratáveis e podem ser prevenidos a tempo.

“Às portas do século XXI, ainda é imenso o preconceito em relação a “doenças mentais”.

Existe um alto risco de suicídio entre pacientes com esses problemas e a vida de uma pessoa com doença mental pode ser salva com um tratamento apropriado. O tratamento pode melhorar ou mesmo evitar o sofrimento do paciente e de sua família, diminuindo as limitações e consequências negativas na sua vida profissional e social. Já existem diversos tratamentos eficientes para muitos problemas mentais. Porém, as pessoas frequentemente não procuram tratamento por não saberem reconhecer o problema ou por não ainda saberem que existem tratamentos adequados para os diferentes problemas.

Nos últimos anos, foram registrados progressos significativos na compreensão e na atenção aos problemas de saúde mental, aumentando o conhecimento científico das causas das doenças mentais e os tratamentos disponíveis para a maioria destas doenças. As reformas da assistência em saúde mental, em várias partes do mundo, demonstram que redes de atenção em saúde mental de base comunitária representam uma abordagem eficaz para o tratamento e que há menos necessidade dos hospitais psiquiátricos tradicionais. Às portas do século XXI, ainda é imenso o preconceito em relação a “doenças mentais”. Antigamente, esse preconceito estava associado à falta de conhecimento sobre os distúrbios que afetam a mente.

Na Europa, durante a Inquisição, muitos doentes mentais foram acusados de bruxaria, de estarem “possuídos pelo demônio” e foram queimados em fogueiras nas praças públicas. Até 1801, quando o médico francês Henri Pinel libertou os loucos, estes ficavam acorrentados em prisões ou porões de castelos, como se fossem criminosos perigosos e só a partir de Pinel, a loucura passou a ser considerada uma doença, mas mesmo assim, durante todo o século XIX e na primeira metade do século XX os recursos que se dispunham para cuidar dos problemas mentais eram poucos e ineficazes e o tratamento continuava sendo inadequado, internando-se os pacientes em manicômios (hospitais para loucos) e asilos, onde permaneciam por longos períodos ou mesmo até o fim da vida. Utilizava-se nessa época, métodos cruentos e arriscados, como algumas cirurgias altamente incapacitantes (lobotomias) e também diversos tipos de choques (insulínico, cardiazol, malárico, térmico, e posteriormente o choque elétrico). Como em outras ocasiões na medicina, esses choques foram descobertos por acaso. O choque térmico, por exemplo, passou a ser utilizado após a observação de doentes mentais que apresentaram um comportamento mais calmo depois que a carruagem que os transportava caiu num rio gelado.

Apesar de todo o progresso conseguido em muitos outros aspectos de saúde, a saúde mental ainda não recebe a atenção e os recursos que mereceria. Por isso, a Organização Mundial de Saúde (O.M.S.) declarou o dia 07 de abril de 2001, o Dia Mundial de Saúde Mental, com o sentido de sensibilizar o público em geral e provocar uma mudança positiva na posição pública acerca da doença mental. A idéia é despertar a atenção para a questão da saúde mental e para a melhoria dos cuidados de saúde mental.

Hoje em dia, com o progresso da Medicina, especialmente no ramo da Psiquiatria após a “Revolução Bioquímica” da década de 50 e a “Revolução Científica” da década de 80 e a “Década do Cérebro” dos anos 90, cada vez mais o Transtorno Mental vem se inserindo no contexto dos problemas de Saúde Pública. Agora eles podem ser adequadamente identificados e diagnosticados, e mais importante ainda, já se conta com recursos terapêuticos específicos que possibilitam o tratamento ambulatorial, evitando-se assim as internações desnecessárias que muitas vezes tornavam-se hiatrogênicas por asilarem o portador de transtorno mental.

“O universo da saúde mental é bem mais amplo. Abarca das neuroses à ansiedade, da depressão a pânico e fobias. Milhões de homens e mulheres ao redor do mundo são afetados por esses problemas, mas pouquíssimos procuram ajuda. Por dois motivos: boa parte prefere esconder seu sofrimento, com medo de ser estigmatizada, e a maioria nem sequer desconfia de que seus sintomas são de uma doença mental. Com isso, distúrbios leves, de cura relativamente fácil, podem transformar-se em problemas crônicos e incapacitantes.”

Fonte: PUC – PR |  Revista Veja – Saúde

Não é só coisa de maluco

Milhões de pessoas sofrem de desordens mentais, mas não procuram ajuda por ignorância ou medo de ser estigmatizadas. A mais comum é a depressão.

Quando se fala em doença mental, a primeira imagem que vem à cabeça é a do louco de carteirinha – o esquizofrênico ou psicótico que rasga dinheiro, vive num mundo à parte, não fala coisa com coisa e costuma ter acessos de fúria só controláveis por camisa-de-força ou calmantes potentíssimos. É uma visão parcial e marcada pelo preconceito. O universo desse tipo de enfermidade é bem mais amplo. Abarca das neuroses à ansiedade, da depressão a pânico e fobias. Milhões de homens e mulheres ao redor do mundo são afetados por esses problemas, mas pouquíssimos procuram ajuda. Por dois motivos: boa parte prefere esconder seu sofrimento, com medo de ser estigmatizada, e a maioria nem sequer desconfia de que seus sintomas são de uma doença mental. Com isso, distúrbios leves, de cura relativamente fácil, podem transformar-se em problemas crônicos e incapacitantes.

A enfermidade mental mais comum é a depressão. A Organização Mundial de Saúde estima que ela atinja uma em cada quinze pessoas, não importa a latitude. A doença caracteriza-se por melancolia intensa (que é bem diferente de uma tristeza circunstancial) e por um desânimo avassalador. Um deprimido padece de falta de energia para executar as tarefas mais comezinhas e não vê graça em nada. Sua auto-estima despenca para níveis abissais e um inexplicável sentimento de culpa passa a atormentá-lo. Ele tem crises de choro repentinas e é tomado por dores sem causa orgânica definida. Seu padrão de apetite e sono oscila além do razoável. Nos casos mais graves, são recorrentes os pensamentos sobre a própria morte – cerca de 15% das vítimas cometem suicídio. É um tormento do qual é difícil enxergar a saída.

Os quadros de depressão dividem-se em leves, moderados ou severos. A doença tem um forte componente hereditário, mas ninguém está livre de ser atingido. Pode ser detonada por um acontecimento objetivo, como a perda de uma pessoa querida ou dificuldades profissionais, ou por razões subjetivas subterrâneas. Da mesma forma que ocorre em outras afecções mentais, a depressão provoca um desarranjo na química cerebral, ao diminuir os níveis de serotonina e noradrenalina, neurotransmissores responsáveis pela modulação do humor e do prazer. Os remédios antidepressivos promovem o equilíbrio dessas substâncias e, em geral, demoram um mês para começar a fazer algum efeito. O tratamento mais eficaz combina medicamentos e terapia, não importa a linha seguida pelo psiquiatra ou psicólogo. Quanto ao tempo de duração, depende de cada paciente. Dificilmente, no entanto, alguém consegue sair de um estado de depressão em menos de meio ano.

Outra doença mental que não pode ser subestimada é o medo patológico. Sua taxa de incidência na população brasileira gira em torno de 10%. Ele se apresenta como fobia específica (pavor de animais, de dirigir, de andar de avião etc.), fobia social (enorme dificuldade de interagir com as pessoas) ou sob a forma de ataques de pânico. Não raro, esse último é decorrência de um estado depressivo. Existem terapias psicológicas de choque que se ocupam do medo patológico em suas diferentes manifestações (veja quadro). Elas são indicadas para quem não tem disposição – existencial e financeira – de enfrentar um tratamento mais profundo como a psicanálise. Fobias específicas, garantem os profissionais adeptos dessas linhas terapêuticas, são controladas em dois meses. Fobia social e transtornos de pânico exigem um pouco mais de tempo para que o paciente apresente melhora: de seis meses a um ano. Dependendo do grau de intensidade do distúrbio, há a necessidade de associar o uso de antidepressivos. Se você acha que sofre de uma desordem mental como as descritas aqui, não hesite em marcar uma consulta com um especialista. Louco é quem não procura ajuda.

É depressão?

Muita gente usa o termo “deprimido” como sinônimo de “triste”. É um equívoco. Depressão não é uma tristeza episódica, mas uma doença mental que inclui sintomas físicos. Veja se você sofre ou não do problema.

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A Dor de Cabeça Sob a Ótica Psicanalítica

Enviado em 07 de abr de 2014, sob Ansiedade

Por Wally W. Martins

“Do ponto de vista da psicanálise, dor de cabeça é ódio reprimido. A dor de cabeça, no sentido próprio é uma forma de tirar o foco mental.”

No ódio, a parte mental e racional, ficam como que procurando uma vingança. Esta forma de pensar é muito destrutiva. E sobrecarrega o sistema psíquico porque uma destrutividade tão forte, só pode ser efetuada por um ser muito forte também. Isto provoca uma inflação do Ego.

É muita energia concentrada no próprio sujeito. E nisso surge um aspecto sádico-narcisista que tende a um surto psicótico. E o corpo de um Ego, que seja parcialmente saudável não quer isso.

Como que sendo uma punição, surgem sensações de mal estar, que o aparelho psíquico provoca, disparando a pituitária, que dispara as glândulas supra renais e liberam na corrente sanguínea, adrenalina e cortisol. Isso acelera o coração e contrai os vasos sanguíneos, o que pode causar um pequeno ferimento em algum capilar, pelo aumento de pressão sanguínea, nas meninges ou próximo do nervo ótico, o que resulta na dor de cabeça, ou enxaqueca.

“Isso explica bem a lateralidade da enxaqueca, ou porque pode durar dias, ou porque é recorrente, quando sua origem pode estar em um conteúdo reprimido no inconsciente desde a infância, ou gestação.”

Claro que fora isso, existem fatores orgânicos que podem ser detectados em exames de imagem. Para o psicanalista Groddeck a doença sempre tem um objetivo. Assim como Freud colocou que o sintoma é o deslocamento do reprimido, durante a vigília.

Então, em Groddeck há a afirmação de que se um paciente sofria de dores de cabeça, estas o impediam de refletir e de pensar.

O objetivo da doença, portanto, deveria ser justamente esse. Entendem? A dor aparece para mascarar o pensamento!!!

Em Freud, há um aprofundamento colocando a dor de cabeça como um desejo reprimido deslocado. Há um entendimento que o inconsciente é simultaneamente psíquico e somático.

Goleman nos diz que o estudo confirma que as emoções perturbadoras fazem mal à saúde em certa medida. Descobriu-se que pessoas que sofriam de ansiedade crônica, longos períodos de tristeza e pessimismo, apresentavam doenças como asma, artrite, dores de cabeça, úlceras pépticas e males cardíacos.

Em um artigo sobre a co-relação da enxaqueca e a psicossomática, li que Johnson e muitos outros psicanalistas deram especial atenção às enxaquecas. Nelas o pano de fundo emocional caracteriza-se por raiva e hostilidade intensas, crônicas e reprimidas, e sua função é proporcionar alguma expressão ao que não pode ser expresso ou mesmo admitido diretamente.

As enxaquecas são investidas agressivas ou ataques vingativos e tendem a ocorrer em situações de intensa ambivalência emocional, ou seja, em relação a indivíduos que são ao mesmo tempo amados e odiados.

Como cita Sacks, as enxaquecas surgem não como expressões de um distúrbio emocional agudo, mas como expressões de necessidades emocionais crônicas e, em geral, reprimidas.

Então fica a dica: se você tem dores de cabeça que não sejam de origem orgânica, e quer se livrar delas, não reprima emoções assim, e de preferência, faça análise.

Fonte: Reflexões da Psicanálise

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Para entender a diferença entre Psiquiatria, psicologia e psicanálise de forma simples

Enviado em 06 de fev de 2014, sob Psicanálise

“A Psicanálise atua na saúde mental, – distúrbios emocionais estão na pauta, assim como aspectos relacionados a qualidade de vida, autoconhecimento e ampliação de perspectivas. A psicanálise pode ajudar a melhorar a relação que a pessoa tem como ela própria e com o mundo.” Revista Veja, por Natália Cuminale

Entrevista Dr. Jorge Forbes – Psicanalista e médico psiquiatra


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PSIQUIATRA

HISTÓRIA: Quando surgiram, ainda no século 18, os psiquiatras trabalhavam apenas em hospícios. Só quando a psiquiatria pegou emprestados conceitos da psicologia é que casos mais moderados foram para consultórios.

CASOS: Trata sintomas mais graves e de definição mais clara, como esquizofrenia, Alzheimer e depressões profundas.

COMO ATUA: Como nesses casos só a terapia é muito pouco, o tratamento é feito com remédios, sendo monitorada a reação que o paciente tem a eles.

FORMAÇÃO: Seis anos do curso de medicina, mais 3 de residência.

“O psiquiatra é um profissional da medicina que após ter concluído sua formação, opta pela especialização em psiquiatria. Esta é realizada em 2 ou 3 anos e abrange estudos em neurologia, psicofarmacologia e treinamento específico para diferentes modalidades de atendimento, tendo por objetivo tratar as doenças mentais. Ele é apto a prescrever medicamentos, habilidade não designada ao psicólogo. Em alguns casos, a psicoterapia e o tratamento psiquiátrico devem ser aliados.” Brasil Escola

PSICÓLOGO

HISTÓRIA: O termo surgiu na Grécia antiga, mas seu significado moderno só veio no século 20.

CASOS: Há desde os psicólogos sociais, que estudam as massas, até os de RH, que selecionam candidatos, mas o que atende no consultório é o psicoterapeuta, que diagnostica casos de fobia ou ciúme excessivo, por exemplo.

COMO ATUA: Muda suas técnicas de tratamento constantemente, sempre em busca de uma interação com o paciente – daí a sua fama de falante, entre psiquiatras e psicanalistas.

FORMAÇÃO: Cinco anos do curso de psicologia.

“O psicólogo tem formação superior em psicologia, ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. O curso tem duração de 4 anos para o bacharelado e licenciatura e 5 anos para obtenção do título de psicólogo. No decorrer do curso a teoria é complementada por estágios supervisionados que habilitam o psicólogo a realizar psicodiagnóstico, psicoterapia, orientação, entre outras. Pode atuar no campo da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho, entre outras. O profissional pode optar por um curso de formação em uma abordagem teórica, como a gestalt-terapia, a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental.” Brasil Escola

PSICANALISTA

HISTÓRIA: Teve origem no século 19, com o médico austríaco Sigmund Freud.

ATUAÇÃO: Medos, raivas, inibições – as anormalidades normais.

COMO ATUA: Mais do que uma cura, o que se busca é a transformação da pessoa, a partir da compreensão dos seus problemas. O paciente fala tudo que vem à cabeça; cabe ao psicanalista interpretar de forma incisiva o que ele quis dizer inconscientemente, ajudando-o no autoconhecimento.

FORMAÇÃO: Especialistas dizem que só quem foi analisado pode analisar seus pacientes, e chega-se a passar 8 anos em cursos de sociedades psicanalíticas.

“O psicanalista é o profissional que possui uma formação em psicanálise, método terapêutico criado pelo médico austríaco Sigmund Freud, que consiste na interpretação dos conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções imaginárias de uma pessoa, baseada nas associações livres e na transferência. Segundo a instituição formadora, o psicanalista pode ter formação em diferentes áreas de ensino superior.” Por Patrícia Lopes, Brasil Escola

Diferenças entre Psiquiatria, Psicologia e Psicanálise

Psicanalista: “Ser ou não ser, eis a questão”. A famosa frase de William Shakespeare explica de forma bem metafórica a quem este profissional pode ajudar. Tendo como base de estudo as teorias do austríaco Sigmund Freud, o psicanalista trabalha para melhorar a relação do ser com o mundo e com os seus questionamentos sem fim. Por aqui, é muito comum o trabalho com pessoas que sentem dificuldade e, às vezes, chegam a sofrer na hora de lidar com os universos interior e exterior. De forma geral, a psicanálise tem como objetivo auxiliar no autoconhecimento e a habilidade em lidar com problemas do próprio eu.

Nível de estresse muito grande, pressão profissional, diferença de comportamento e ideais com as pessoas com quem se vive são fatores que levam a questionamentos e problemas de comportamento e, consequentemente, fazem com que a pessoa sinta a necessidade de buscar respostas para estes tantos pontos de interrogação.

De acordo com o psiquiatra diretor do serviço de psicoterapia do Hospital das Clínicas e diretor da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, Oswaldo Ferreira Leite Netto, a psicanálise permite ao indivíduo desenvolver sua sabedoria e a flexibilidade com o próximo.

“É um instrumento que ensina a gente a suportar as responsabilidades e encarar as frustrações da vida”, explica o especialista.

A duração do tratamento por meio da psicanálise não pode ser especificada de forma exata e pontual. “Tudo vai depender de como a pessoa está disponível para enfrentar suas dificuldades e medos. A evolução depende somente dela”, salienta Netto.

Fontes: Brasil Escola, Revista VEJA, Revista Superinteressante, Escuta Psicanalítica

 Psiquiatras  – Região Balneário Camboriú, Itajaí:

Dra. Sheila Ferreira Fernandes – 47. 3247.0100

Dr. Jorge Rafael Teixeira – 47. 3349.3835

Dr. Marcel Pansard – 47. 3246.1962

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